Tecnologia com propósito: como a cultura maker ensina crianças a usar IA e ferramentas digitais para criar, não apenas consumir

Como fazer atividades maker em espaços abertos

Em tempos de protocolos de saúde e distanciamento social, conheça as possibilidades de realizar as propostas das atividades maker em espaço aberto

Os últimos dois anos foram atípicos e desafiadores para todos os segmentos educacionais. Diante das medidas e protocolos de segurança em saúde e distanciamento social, reunimos neste artigo propostas sobre como fazer atividades maker em espaços abertos. 

A ideia é oferecer alternativas para que os projetos e propostas de interação, criatividade e engajamento estejam compatíveis com as normas da instituição – e que não privem a criança dessas atividades que geram tanto engajamento. 

Se por um lado as adaptações nesse período de pandemia são fundamentais para a manutenção da segurança, por outro, todo tipo de conteúdo que enriqueça a experiência educacional deve ser priorizada na grade. 

Caminhos para aprendizagem

A cultura maker se define, por essência, por atividades de interação. As aulas expositivas dão lugar a desafios e dinâmicas onde se faz necessária a participação do estudante, que deve colocar a mão na massa para cumprir o que cada dinâmica exige.

E essa é uma aventura aberta: apesar de oferecer um objetivo, não se trata de uma trilha fixa e conservadora. No universo maker, a criança pode sonhar e improvisar nas soluções propostas. A missão é crescer e aprender com essa jornada de desafios. 

O MundoMaker estrutura essa chance transformadora de aprendizado ao oferecer oficinas e projetos para crianças e adolescentes, com uma proposta instigante, a de construir um projeto usando preceitos de:

  • engenharia;
  • arte;
  • design;
  • programação;
  • criatividade

Tudo isso com a participação maciça desses aprendizes em todo o processo. 

Atividades maker em espaços abertos

E os roteiros para a elaboração desses processos têm participação ativa da equipe MundoMaker. 

Os mediadores do nosso time auxiliam cada etapa dessa construção. Mas de uma forma a sempre gerar curiosidade e criatividade na busca por caminhos alternativos na resolução dos problemas com os quais eles se deparam.

Nesse contexto, os estudantes são convidados, de forma muito natural, a aprender sobre:

  • resiliência;
  • trabalho em equipe;
  • autonomia;
  • planejamento;
  • pensamento crítico.

Apesar de ser muito forte o apelo dos equipados laboratórios maker – que, sim, fazem parte da nossa cultura, isso não representa nenhum tipo de limitador. 

É possível cumprir as demandas de atividades maker em espaços abertos: quadras, campos, pátios, jardins etc. 

Nessas horas, entram em ação tanto os kit maker oferecidos, quanto à versatilidade que pode muito bem aparecer nessa equação: como o uso de recicláveis e outros componentes.

Gostou da ideia? Acesse o site do MundoMaker para conhecer mais sobre esse propósito.

Artigos relacionados

Da proibição à potencialização: revertendo o veto ao celular com inovação pedagógica

fevereiro 5, 2025

A recente legislação que silencia os celulares nas escolas brasileiras ecoa um debate global e urgente: como...

Na imagem, crianças constroem manualmente projetos em sala de aula, imergindo em um dos pilares da metodologia ativa. Sobre a imagem, há um rodapé verde com a chamada "Conheça a metodologia ativa".

fevereiro 20, 2023

Saiba o que é, como funciona, os benefícios e por qual razão as escolas estão adotando a...

Dia Internacional das meninas e mulheres na ciência

fevereiro 10, 2023

No Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, é preciso entender a importância da participação feminina...